Duplicação da BR 101 Sul é finalizada

Obra permite a interligação multimodal dos polos produtivos ao porto marítimo de Imbituba, em Santa Catarina

duplicação-br-101-sul

Foto: divulgação

O Governo Federal divulgou que o último trecho da duplicação da BR-101 Sul foi entregue à população. A ponte sobre o Rio Tubarão era a última obra que faltava para que os 248,5 km da rodovia estivessem totalmente interligados.

Essa obra beneficia 19 municípios e mais de um milhão de pessoas. Além da duplicação, as obras da 101 Sul envolveram a construção de 45 viadutos, 16 passarelas, 29 pontes, 71 passagens inferiores para pedestres, 10 interseções, 4 travessias, 8 acessos e 47 passa faunas. A 101 é um importante corredor logístico brasileiro, atravessa 12 estados e corta o país de Norte a Sul. Segundo o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, a obra proporciona mais conforto e segurança aos moradores da região.

Ela também reduz o número de acidentes, melhora o escoamento da produção local e contribui para o aumento da competitividade da região. Também permite a interligação multimodal dos polos produtivos ao porto marítimo de Imbituba, em Santa Catarina.

O ministério calcula que cerca de 30 mil veículos passam pela BR 101 diariamente e, desse total, 60% são veículos pesados, como caminhões. Em período de férias escolares, no verão, o número de veículos aumenta em 50%.

Um estudo da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) avalia que sem a duplicação, o sul do estado de Santa Catarina perdeu bilhões em comparação com o Norte do estado, onde o trecho da estrada já era duplicado. Apenas na balança comercial, a diferença chegava a 900%.

Agora, com o sul do estado atendido pela duplicação da BR 101, a expectativa é reduzir os custos logísticos e gerar ganhos cada vez maiores para os produtores rurais e fábricas de Santa Catarina.

Fonte: Revista Tecnologística

Anúncios

10 dicas para condução econômica

Existem diversas formas de reduzir o consumo de combustível  em viagens de curta ou longa distância. Veja aqui algumas dicas elencadas pela CNT, através do Programa Despoluir:

  • Mantenha os pneus sempre com a pressão correta, de acordo com o manual do fabricante, pois pneus descalibrados fazem com que o veículo consuma mais combustível.
  • Procure não andar com os vidros abertos, esta ação proporcionará menor arrasto aerodinâmico do veículo, diminuindo sua perda de velocidade e melhorando o consumo.
  • Procure reduzir o uso do ar condicionado, deixando para ligá-lo apenas nas horas mais quentes do dia e desligando-o minutos antes de chegar ao seu destino.
  • Procure eliminar cargas desnecessárias no interior do veículo: quanto maior o peso no interior, maior o consumo
  • Procure aproveitar ao máximo a velocidade do veículo, reduzindo as marchas em breves paradas como em semáforos e faixas de segurança. Quando menos o freio for usado, menor será o consumo de combustível.
  • Arranque suavemente. Os momentos de maior consumo são aqueles quando o veículo é colocado em movimento a partir do repouso (inércia). Desta maneira, quanto mais suave, mais econômica será a partida.
  • Procure desligar o veículo em paradas com tempo superior a 5 minutos.
  • Todo motor possui uma faixa de rotação ideal, onde nessa faixa o motor possui maior eficiência térmica e volumétrica. Rotações abaixo ou acima da ideal fazem com que o motor consuma mais que o necessário para a realização do mesmo trabalho.
  • Não conduza o veículo desengrenado. Os veículos com injeção eletrônica de combustível possuem um dispositivo chamado cut-off, onde o consumo é reduzido quando o veículo encontra-se engrenado e com o acelerador na posição de repouso. Caso o veículo ande “na banguela” haverá maior consumo para manter o motor em marcha lenta.
  • Esteja atento para a manutenção do veículo. Filtros de ar e combustível obstruídos, válvulas injetoras sujas, velas de ignição desgastadas e defeitos nos sensores e atuadores da injeção eletrônica poderão aumentar consideravelmente o consumo.

Fonte: CNT – Programa Despoluir

CRESCIMENTO DA CARGA AÉREA É APONTADO NO ANUÁRIO DO CNT 2016

A Confederação Nacional do Transporte divulgou em maio o primeiro Anuário CNT do Transporte. O documento disponibiliza informações sobre os principais modais de transporte no Brasil – rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário. Os dados referidos abrangem tanto o transporte de passageiros como o de cargas.

O Anuário CNT do Transporte reúne estatísticas acerca da movimentação, infraestrutura, produção e frota de veículos do setor em mais de 800 tabelas disponíveis no site do relatório.

Com o Anuário, o CNT visa inovar a forma de disponibilizar os dados sobre a conjuntura e a estrutura nacional. “Ao consolidar este grande volume de dados do setor, o Anuário permite uma maior agilidade na execução de pesquisas, estudos e análises necessários para a promoção do desenvolvimento do transporte brasileiro”, destaca Clésio Andrade, presidente da instituição.

940x529_anuario_CNT

Alta no transporte aéreo

Um dos grandes destaques dos dados consolidados foi o crescimento do transporte aéreo internacional de cargas. A atividade, com origem ou destino no Brasil, cresceu 72,1% nos últimos 11 anos.

Os dados mostram como o transporte aéreo ganhou expressividade no cenário logístico do país. Em 2004, o país movimentava 460,2 milhões de toneladas por meio das aeronaves, enquanto em 2014 o número chegou a 792,3 milhões.

A maior parte do transporte aéreo (78%) ainda é realizado por empresas internacionais. As operadoras brasileiras foram responsáveis por 174,2 milhões deste total.

O país também registrou um crescimento da carga paga de 50,3%. Em 2004 as empresas nacionais movimentaram 273,2 milhões de toneladas, em 2014, foram 410,5 milhões de toneladas.

 

Transporte ferroviário de cargas

Apesar de não ter chegado no estado ideal que a economia e as dimensões do país exigem, o transporte ferroviário brasileiro teve um crescimento importante. Entre 2006 e 2015, a movimentação de cargas pelo modal aumentou 39,2%.

Em 2006, foram transportados 238,3 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) pelas ferrovias brasileiras. Já em 2015, foram 331,7 bilhões de TKU.

 

Terminais portuários de uso privado em destaque

Os Terminais de Uso Privado (TUP) tiveram em 2015 quase o dobro da movimentação de cargas dos portos organizados. Foram 656,4 milhões de toneladas nos portos privados contra 351,1 milhões nos públicos.

A trajetória dos TUPs é mais positiva. Os terminais cresceram 5,9% em relação a 2014, enquanto os portos organizados estiveram mais próximos da estabilidade, com alta de 0,7% no volume de cargas.

Os portos com melhor desempenho no país em 2015 foram Santos (SP), com 101,6 milhões de toneladas de cargas; Itaguaí (RS), com 57,3 milhões; Paranaguá (PR), com 41,1 milhões; Rio Grande (RS), com 22,9 milhões; e Itaqui (MA), com 21,8 milhões de toneladas.

Mesmo com a crise, o setor aquaviário manteve um crescimento significativo, chegando à marca de 1,0 bilhão de toneladas de cargas transportadas em 2015. O crescimento, comparado a 2010 – ano que registrou 840,3 milhões de toneladas de cargas pelos portos brasileiros – foi de quase 20%.

Fonte: Blog Logística

Repactuação de contratos e renovação da frota para o setor ferroviário

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, recebeu a indústria ferroviária, representada por sua entidade de classe, a Abifer, no dia 17 de junho, em Brasília. No encontro, foi discutida a repactuação das concessões atuais para que as permissionárias consigam fazer maiores investimentos.

abifer

(Foto: Divulgação/Abifer)

Segundo o presidente da entidade, Vicente Abate, “o encontro foi positivo, colocamos que o setor cresce na medida em que o transporte ferroviário se expandir”, informou, esclarecendo que isso se refere à carga e passageiros.

Frota moderna e competitiva
Entre as pautas da audiência, a renovação da frota ferroviária foi discutida com o Ministro. “É um tema que estamos tratando há mais de dois anos junto ao governo e às próprias concessionárias.” Segundo ele, estudos a respeito foram feitos há dois anos com o governo, mas ainda não saiu do papel. “As eleições de 2014 e o ajuste fiscal interromperam esse processo”, lamenta. Mas agora, diz, o assunto voltou à baila. “Sabemos que está em elaboração, inclusive, uma medida provisória (MP) que dispõe sobre a venda da frota, por parte das concessionárias, com mais de 40 anos de uso e com a obrigação de aplicar o que for levantado nessa venda em vagões e locomotivas e na própria manutenção das vias permanentes.” E completa: “Tirar essa frota antiga ineficiente por uma mais moderna significa ganhar produtividade.”

Abate explica que dos cerca de 120 mil vagões existentes no País, 40 mil têm idade avançada de mais de 40 anos – a vida útil desse equipamento, em média, é de 30 anos. “A proposta é trocar esses 40 mil por equipamentos mais modernos numa quantidade equivalente a 18 mil. Ou seja, você teria melhor rendimento com produto mais moderno que tem menor peso, o que confere maior velocidade de carga e descarga. Faríamos com 18 mil o que se faz hoje com 40 mil.”

Esses vagões, esclarece, como são antigos, não têm a tecnologia atual e pesam de cinco a dez toneladas a mais do que os modernos. “Conseguimos transformar em capacidade útil de carga quando se reduz o peso do vagão e se tem sistemas automatizados de carga e descarga. Fora isso, os vagões antigos eram usados para qualquer tipo de carga, hoje eles são customizados – isso dá uma produtividade maior também”, defende. E acrescenta: “Existe uma obsolescência natural ao longo de 30 anos.”

No caso das locomotivas, prossegue o empresário, é a mesma coisa. A frota atual é de 3.600 unidades, dessas, 1.400 têm mais de quatro décadas. “Nesse caso, estamos querendo trocar 1.400 por 600 novas locomotivas, com potência de 4.400 HP ante 1.200 HP das antigas. Elas também significam redução de consumo de combustível e admitem o biocombustível. “E estamos falando de vagões e locomotivas totalmente fabricados no Brasil. Isso é importante.”

A indústria brasileira, garante Abate, está preparada para esse desafio com qualidade e competitividade. “Num programa de renovação de frota, o nosso setor trabalha com a previsibilidade de fabricar um número definido de vagões ou locomotivas, com regularidade de entrega.” Para ele, tal situação significa movimentar a economia do País de forma vigorosa, com a geração de empregos, maior arrecadação de impostos e melhor desenvolvimento das ferrovias. “Todos ganham.”

Como ele informa, hoje a indústria ferroviária emprega cerca de 20 mil pessoas diretamente das quais oito mil estão ligadas à fabricação de vagões e locomotivas. “Prevemos para essa renovação mais dois mil empregos diretos, desde emprego de fábrica até engenharia de produção, de projeto e outras.” E finaliza: “Temos total capacidade de produção desses veículos, ajudando todos crescerem e ganharem.”

Fonte: Portogente

Itaipu Logística visita a 18ª TranspoSul

transposul

O 2º maior evento de transporte e logística do Brasil acontece em Porto Alegre, de 12 a 14 de julho, no Centro de eventos da Fiergs. A 18ª Feira e Congresso de Transporte e Logística, a TranspoSul 2016, reúne em um só local produtos e serviços que fazem a diferença neste mercado competitivo, contemplando os seguintes segmentos:

– Caminhões e veículos comerciais;

– Implementos rodoviários e equipamentos;

– Gestão de frotas e rastreamento;

– Autopeças, motores e pneus;

– Combustíveis, derivados e componentes;

– Bancos, financeiras e seguradoras;

– Entidades e serviços.

A Itaipu Logística está acompanhando as novidades da Feira, desde a sua abertura que teve como um dos destaques palestra do jurista brasileiro Joaquim Barbosa, que falou sobre o cenário político e econômico do país. Barbosa revelou aos organizadores do evento que tem uma ligação familiar com o setor de transportes, pois seu pai foi motorista de caminhão e manteve uma empresa em Minas Gerais.

A transpoSul 2016, aberta à visitação das 13h às 22h, tem entrada gratuita e uma vasta programação que pode ser conferida através do link: http://www.transposul.com/congresso.